INTENSO, De Sylvia Day

Que tal uma dica de um romance hot?!

Essa parece ser a especialidade de Sylvia Day, a criadora do incrível Gideon Cross (Deus Grego do Sexo, da série Crossfire)

A história de Amélia e Colin tem início no século XVIII, no ano de 1780, apresentando a impetuosa e “imprópria” para sua época: Amélia Bendrdge que tem um romance um tanto lascivo com um cigano de olhos negros.

Amélia e Colin são amigos desde a infância e veem crescer um sentimento maior que amizade e impossível de se realizar, pois Amélia ocupa um lugar social mais alto que o pobre Colin, que mora com o tio e trabalha cuidando dos cavalos para a família de Amélia.

Apesar das diferenças sociais os dois resolvem viver esse romance às escondidas,  que não dura muito, pois Amélia corre perigo, já que seu pai não é a “melhor pessoa do mundo”, e, alguns inimigos tentam atingir o pai através da filha. Colin tenta protegê-la e acaba morrendo.

Alguns anos após o incidente e com o coração em frangalhos, Amélia, mais madura, decide aceitar os cortejos do galanteador Conde Ware, que também é seu amigo de infância, mas que só pode oferecer à pobre Amélia uma posição social, sem amor algum.

Estava indo tudo bem, sem receio algum, até que Amélia vai a um baile de máscaras e se vê perseguida por um moreno, alto, musculoso (mais de um metro e oitenta de pura tentação!!!), ultrajando uma capa preta (que lhe cai muito bem) e uma máscara de tirar o fôlego!! E o que a moça comprometida faz?!

Isso mesmo, se deixa levar pelo Deus Grego, e trocam beijos, carícias, e tudo mais que não se pode fazer quando se é uma moça do século XVIII comprometida! Após esse primeiro encontro cheio de sensualidade Amélia não tira da cabeça a ideia de saber que é o Deus Grego: Conde Montoya.

Entre beijos, carícias e encontros Amélia se vê confusa: será que ela deve se entregar a esse conde sedutor ou se apegar às memórias do cigano do seu passado? Enfim, esse não um romance para quem não espera mãozinhas dadas, passeios e chás da tarde!!! É um romance quente, que pede muitos suspiros e ventilador ligado.

Um pequeno trecho do livro, que acredito ser muito interessante, em uma cena entre dois personagens secundários, Lysette e Simon Quinn:

 -Por que você não encontra um marido rico e se diverte às custas do cofre dele?-Quinn perguntou.

-Que entediante.- Lysette afirmou, fazendo uma careta.

-Bem, isso dependeria do marido, não é mesmo?

-De qualquer forma, não parece interessante para mim.

-Talvez a vida de amante fosse mais adequada a você.

-Não gosto muito de homens.- Lysette declarou, o que o espantou. – Por que você está me fazendo essas perguntas?

Simon deu de ombros. -Por que não? Não tenho mais nada para fazer.

-Durma.

-Você prefere a companhia de mulheres?

Lysette o encarou por um instante e, em seguida, seus olhos se arregalaram.- Não! Mon Dieu. Prefiro a companhia dos livros, mas os homens são minha segunda opção. Sobretudo da maneira a qual você se refere.

Quinn sorriu ante o espanto dela.

O livro ainda é recheado de outros personagens que deixam a história mais empolgante,  um pirata, uma irmã com sangue espanhol, pessoas que trabalham para a coroa francesa (espiões), tem um pouquinho de ação, mas só no começo (bem fraquinho mesmo), já que a especialidade da autora Sylvia Day são os romances eróticos. Os detalhes sobre as roupas e costumes da época são muito interessantes, o comportamento dos personagens diante de algumas situações também chamam a atenção.

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